A Vincristina é a substância ativa de um medicamento antineoplásico conhecido comercialmente como Oncovin, indicado para o tratamento de vários tipos de câncer, entre eles leucemia, câncer de pulmão e de mama.
O mecanismo de ação do sulfato de vincristina permanece sob investigação e tem sido relacionado à inibição da formação de microtúbulos no fuso mitótico, resultando na parada da divisão celular durante a metáfase.
O paclitaxel interfere na função normal de crescimento do microtúbulo, impedindo a divisão descontrolada da célula. Enquanto drogas como a colchicina causam a despolimerização dos microtúbulos in vivo, o paclitaxel combate suas funções fazendo o oposto: ele hiper-sensibiliza essas estruturas.
A primeira classificação divide os antineoplásicos em seis grupos: Agentes Alquilantes – causam alterações nas cadeias do DNA, impedindo sua replicação. Fazem a alquilação dos ácidos nucleicos (DNA e RNA) e proteínas.
Administração da quimioterapia Os medicamentos frequentemente usados para a quimioterapia adjuvante e neoadjuvante incluem: Antraciclinas, como doxorrubicina e epirrubicina. Taxanos, como paclitaxel e docetaxel. 5-fluorouracil ou capecitabina.
Efeitos colaterais da Quimioterapia O tratamento com quimioterapia pode causar diferentes efeitos colaterais, como queda de cabelo, diarreia, feridas na boca, náuseas e vômitos, pele sensível e até mesmo infertilidade.
Às pacientes que fizeram cirurgia e quimio, sem a radio, o mastologista sugere que elas não tomem sol no s cicatrizes. “Eu recomendo às minhas pacientes que não tomem sol na cicatriz por pelo menos três meses após a cirurgia, por uma questão estética, pois elas podem escurecer”, indica André Perina.
"O sol em excesso é extremamente prejudicial em pacientes com câncer. Além de aumentar o ressecamento da pele, ele pode provocar manchas definitivas e infecções, provocadas por bactérias nas unhas, caso a pessoa se coce", explica.
Recomendamos pelo menos 30 dias sem qualquer tipo de exposição ao sol. Nessa época, a paciente não deve tomar sol na cicatriz em nenhuma circunstância. Se caso já tenha uma viagem marcada, por exemplo, recomendo que passe protetor solar, utilize camisetas e não saia debaixo do guarda-sol.
“O paciente em tratamento na radioterapia deve evitar o sol diretamente na área irradiada e utilizar hidratante de pele prescrito pelo médico rotineiramente”. Além de se proteger do sol, o paciente oncológico em tratamento na quimioterapia deve beber muita água. Aliás, essa é uma dica de ouro para todo mundo.
“É fundamental evitar a exposição solar entre 10 e 16 horas. Já a área em que a pessoa recebeu a radioterapia não deve tomar sol em nenhum horário, pois o local apresenta irritação decorrente do tratamento. Se desrespeitada essa orientação médica, a pele pode ficar manchada”, afirma a médica.
Quem já teve câncer de pele precisa de um produto com FPS mais alto, 50, no mínimo, e não pode se esquecer de reaplicá-lo a cada duas horas ou sempre que suar excessivamente ou se molhar. Importante escolher um protetor de amplo espectro, adequado a cada tipo de pele, que proteja contra a radiação UVA e UVB.
Assim como outros tipos de câncer da pele, a exposição excessiva ao sol é a principal causa do CEC, mas não a única. Alguns casos da doença estão associados a feridas crônicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejeição de órgãos transplantados e exposição a certos agentes químicos ou à radiação.
Pessoas com a pele clara apresentam risco maior, mas qualquer pessoa pode ter melanoma, incluindo pessoas com pele escura; Pessoas com cabelos loiro ou ruivos; Pessoas com olhos claros (verdes, azuis ou castanhos claro);
O câncer de pele é uma doença provocada pelo crescimento anormal e descontrolado de suas células. Os tipos mais comuns da patologia são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. O mais raro é o melanoma, que também é o mais agressivo e letal. A principal causa da enfermidade é a exposição excessiva ao sol.