Um resumo sobre o principal nome do Islã Maomé pregou a devoção a um Deus único (Alá), lutou contra o infanticídio e defendeu a divisão de terras dos ricos com os pobres, contrariando a classe dominante de Meca. Foi perseguido e mudou-se para Medina, onde estruturou uma poderosa tropa.
Alcorão é o livro sagrado dos muçulmanos que contém revelações que Alá (Deus) transmitiu a Maomé. Está organizado em 114 capítulos chamados suras onde 92 deles foram revelados em Meca e os outros 22 em Medina.
Segundo a tradição islamita, Ka'bah é o único local da Terra tocado pelas forças celestes. Foi também em Meca que nasceu e está enterrado Maomé (570-652), fundador da religião islâmica. Situada na Arábia Saudita, a cidade já era ponto de parada de caravanas e centro comercial muito antes do nascimento do profeta.
O islamismo é uma religião monoteísta que advoga a crença unicamente em Allah. Os muçulmanos acreditam na onipotência e onisciência desse Deus, além de crerem que ele é o criador do Universo. Esses fiéis referem-se constantemente a Allah como “o Clemente, o Misericordioso”.
A Pedra Negra era reverenciada muito antes da pregação do Islã por Maomé. Há muito tempo ela é associado à Caaba, que foi construída no período pré-islâmico e era um local de peregrinação dos nabateus que visitavam o santuário uma vez por ano para realizar sua peregrinação. A Caaba tinha 360 ídolos dos deuses de Meca.
Então, qual é a diferença entre árabes e muçulmanos? Basicamente, árabe é a composição etnolinguística e muçulmano refere-se à religião do Islã. Existem povos, por exemplo, que são considerados árabes, falam o idioma árabe, mas professam outras religiões, incluindo o cristianismo.
Os árabes são um grupo étnico semita, nativo principalmente do Oriente Médio e da África setentrional, originário da península Arábica, a qual é constituída majoritariamente por regiões desérticas....Segundo Habib Hassan Touma, "a essência da cultura árabe envolve:
Mouros, mauritanos, mauros ou sarracenos são considerados, originalmente, os povos oriundos do Norte de África, praticantes do Islão, nomeadamente Marrocos, Argélia, Mauritânia e Saara Ocidental, invasores da região da Península Ibérica, Sicília, Malta e parte de França, durante a Idade Média.
Saladino, rei do Egito (Saladin rex Ægypti), de um manuscrito do século XV. ... 1138 — 4 de março de 1193), mais conhecido como Saladino (em latim: Saladinus), foi um chefe militar curdo muçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante.
rei Felipe III
Em 1807, Napoleão Bonaparte ordenou a invasão de Portugal, e subsequentemente a Família Real procurou refúgio no Brasil. Esta seria, aliás, uma das causas da declaração da independência do Brasil pelo Infante D. Pedro em 1822, depois de uma revolução liberal em Portugal.
A invasão islâmica da Península Ibérica, também referida como invasão muçulmana, conquista árabe ou expansão muçulmana, refere-se a uma série de deslocações militares e populacionais ocorridos a partir de 711 até 726, quando tropas islâmicas oriundas do Norte de África, sob o comando do general berbere Tárique, ...
A reconquista de todo o território peninsular durou cerca de cinco séculos, só ficando concluída em 1492, com a tomada do reino muçulmano de Granada pelos reis Católicos. Em Portugal, a reconquista terminou antes, com a conquista definitiva da cidade de Faro, pelas forças de D. Afonso III, em 1249.
Império português - o reino de Portugal - Da Guerra da Reconquista à dinastia de Avis.
Ele é mais conhecido pela alcunha El Cid Campeador, e sua fama persiste ligada à Reconquista, período de retomada pelos cristãos da península Ibérica dominada pelos muçulmanos ou "mouros". ... O mito do herói da Reconquista foi criado pouco depois de sua morte, com a veneração que seu túmulo perto de Burgos causava.
Em 1139, depois da vitória na batalha de Ourique contra um contingente mouro, D. Afonso Henriques proclamou-se a partir de 1140 Rei dos Portugueses com o apoio dos seus seguidores, sendo reconhecida a sua independência do Reino de Leão com o Tratado de Zamora.
Batalha de Covadonga
O Condado Portucalense reemergiu, em 1096 pela mão de Henrique de Borgonha como oferta do rei Afonso VI de Leão pelo auxílio na Reconquista de terras aos mouros, a quem deveria prestar vassalagem, tendo também recebido a mão de sua filha, a infanta D. Teresa de Leão.