A colocação “não vim trazer paz, mas espada” também faz referência à guerra. Em que situação Jesus veio trazer a guerra em nosso mundo? Isso é simples, você não vê cristãos pegando em armas e montando um exército para fazer violência ou terrorismo contra as pessoas e desencadear guerras civis.
Jesus não veio separar-nos fisicamente dos nossos entes queridos, mas sim distinguir as nossas ações da mentalidade e das práticas que o mundo usa. Ele veio nos entregar a espada do Espírito Santo, a espada da paz, para que possamos lutar contra toda heresia e contra testemunho.
Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! Não leveis ouro, nem prata, nem dinheiro nos vossos cintos; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento.
“Em verdade, em verdade vos digo, quem recebe aquele que eu enviar, recebe a mim; e quem me recebe, recebe Aquele que me enviou” (João 13,20).
A seguir estão algumas estratégias para você lidar melhor com isso:
Pais, professores e chefes podem nos colocar para baixo sem saber. Diga que você se sente incomodado e quer que a pessoa pare. Assim, ela terá consciência do que está falando e como você se sente a respeito. Essa medida o ajudará a lidar com a situação em longo prazo.
A mãe castradora é aquela figura autoritária e controladora que não cria condições favoráveis para que seus filhos se tornem independentes. Ela sabota o crescimento deles e não permite que façam suas experiências.
Uma mãe abusiva é aquela que abusa da autoridade de mãe para subjugar os filhos. A mãe abusiva considera-se superior e acredita ter o direito de tratar os filhos de forma arbitrária por ser a mãe.
Tente reconhecer e evitar os gatilhos dela. Desvie do assunto sempre que ela estiver por perto. Ter que pisar em ovos ao falar sobre coisas do seu interesse só porque ela está ouvindo é injusto e nada agradável, mas se for a única forma de conseguir interagir com ela na boa, vale a pena fazer o esforço.
6 dicas para não se tornar uma mãe superprotetora: