Essencial em Estiva
Em Baependi, no sul de Minas, travou-se um combat, com a participação de 360 soldados legalistas de Pouso Alegre, comandados pelo Coronel Julião Florêncio Meyer. Em fins de 1849, teve início a construção da nova matriz, benzida em 21 de novembro de 1857 e posteriormente transformada em catedral.
O sul de Minas Gerais registrou intensos combates. As tropas mineiras foram deslocadas para a região da cidade de Passa Quatro, para atacar os paulistas que já estavam alcançando o território. Mineiros e paulistas travaram intensos combates em um túnel da estrada de ferro que ficou conhecido como Túnel da Mantiqueira.
Após quase três meses de intensos combates nos quatro cantos do estado, o conflito foi encerrado em 2 de outubro de 1932 com a rendição do Exército Constitucionalista.
Os municípios de Ouro Fino, Pouso Alegre e Jacutinga ficaram bem no meio de uma disputa que misturou patriotismo e ideais de liberdade entre soldados que saíram de São Paulo para lutar contra a interferência federal no estado e tropas que buscavam encerrar um movimento que poderia dividir o país.
Suas iniciais – Miragaia, Martins, Dráusio e Camargo – passaram a designar a sociedade secreta MMDC, interessada em articular a derrubada de Vargas. A 9 de julho de 1932 eclodiu na capital paulista a Revolução Constitucionalista, liderada pelo general Isidoro Dias Lopes, o mesmo do levante de 1924.
A Revolução Constitucionalista de 1932 foi uma revolta ocorrida no estado de São Paulo contra o governo de Getúlio Vargas. As elites paulistas buscavam reconquistar o comando político que haviam perdido com a Revolução de 1930, pediam a convocação de eleições e a promulgação de uma Constituição.
Os grupos que lideraram o movimento de 1932 foram as oligarquias, que tentaram retomar a presidência perdida após o rompimento da República do Café com Leite em 1930, com o golpe de Getúlio. As oligarquias queriam o auxílio da Minas e do Rio Grande do Sul, porém não teve ajuda e perderam nessa revolta.
São Paulo
A Revolução Constitucionalista de 1932 representa o inconformismo de São Paulo em relação à ditadura de Getúlio Vargas. ... Uma das principais causas do conflito foi a ruptura da política do café-com-leite - alternância de poder entre as elites de Minas Gerais e São Paulo, que caracterizou a República Velha (1889-1930).
O "MMDC" (acrônimo dos dos nomes de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo) foi um movimento de resistência referente e revolução constitucionalista de 1932. O estado visava derrubar o governo de Getúlio Vargas e retornar com a constituição de 1891.
MMDC eram as iniciais dos nomes pelos quais eram conhecidos os estudantes Cláudio Bueno Miragaia, Mário Martins de Almeida, Dráusio Marcondes de Sousa e Américo Camargo de Andrade, mortos na noite de 23 de maio na praça do Patriarca, durante uma manifestação popular em favor da “autonomia” de São Paulo e da ...
“Originando aí, pela união das siglas de seus nomes e sobrenomes, a sigla M.M.D.C (Miragaia, Martins, Dráusio e Camargo)”, contextualiza Rezzutti. Um decreto do governador Pedro de Toledo, datado de agosto do mesmo ano, oficializou o MMDC como entidade do movimento constitucionalista.
Jornais governistas foram empastelados e incendiados, mas o fato mais grave foi o ataque à sede da Legião Revolucionária, pois a reação dos legionários, em defesa do prédio e de suas vidas, resultou em vários feridos e na morte de quatro jovens, cujos nomes resultaram na formação da sigla MMDC - homenagem a Martins, ...
Em sua homenagem, o movimento passa a chamar-se MMDC - iniciais de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, os mortos - e amplia sua base de apoio entre a classe média.
A Revolução Constitucionalista de 1932 é uma consequência direta da Revolução de 1930 — o levante armado que derrubou Washington Luís da presidência, impediu Júlio Prestes de assumir e levou Getúlio Vargas ao cargo de presidente do Brasil.
Quais foram as consequências da Revolução Constitucionalista de 1932? A batalha se arrastou por exatos 87 dias, com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas apontem para mais de 2 mil pessoas falecidas. ... Ao fim da guerra, os principais líderes do Movimento Constitucionalista foram exilados em Portugal.
Resposta. Local da revolta: No estado de São Paulo visava a derrubada do governo provisório de Getúlio Vargas e o retorno à Constituição de 1891. ... Resultado: Ao ver seu governo em risco, Getúlio Vargas dá início ao processo de reconstitucionalização do país, levando à promulgação em 1934 de uma nova constituição.
Verificado por especialistas As primeiras medidas tomadas por Vargas ao assumir o comando do Brasil foram de desmantelar o Coronelismo e sua Política de Café com Leite, promulgar uma nova Constituição e preparar o país para o processo de industrialização.
A Revolução Constitucionalista de 1932 teve como causa principal a forte crítica (por parte das elites e da classe média de São Paulo) contra o governo de Getúlio Vargas, em especial as medidas vistas como autoritárias, como fechamento do Congresso, suspensão das garantias constitucionais e a substituição de ...