Indica a razão de algo ter acontecido: 1 devido a, por causa de, graças a, uma vez que, dado que, visto que, já que, em razão de, por motivo de, por obra de, Por conta de, porque, em consequência de, à custa de, em atenção a, por efeito de, por mérito de, com o auxílio de, por ação de, por força de, pelo poder de.
O que é a virtude que saiu de Jesus? ... Por isso, saiu poder de Jesus. Não porque ele jorrava poder, como eu disse, mas por causa da fé da mulher. Esse é um episódio da Bíblia que a gente conta como uma maneira de relembrar qual é o poder que a fé de uma pessoa tem.
Os utilitaristas, como Jeremy Bentham, definem as virtudes, como traços de caráter, não inatos, que se desenvolvem por uma educação moral, a ser experimentada. Segundo ele, tal faculdade é como disposição e hábito de conduta, incorporado profundamente na pessoa, constituindo assim uma segunda natureza.
O que são virtudes morais?
As virtudes intelectuais são aquelas que estão mais relacionadas à atividade de contemplação do filósofo. As virtudes morais, em contrapartida, são aquelas que se referem ao hábito e que estão mais relacionadas à atividade prática.
Aristóteles afirma que entre todas as virtudes, a prudência é uma delas e a base de todas as outras. A prudência encontra-se na capacidade humana de deliberar sobre as ações e escolher, baseado na razão, a prática mais adequada à finalidade ética, ao que é bom para si e para os outros.
Aristóteles conceitua virtude dividindo-a em duas: virtude intelectual e virtude mora. Virtude intelectual é aquela que nasce e progride graças aos resultados da aprendizagem e da educação, e a virtude moral ela não é gerada em nós por natureza, é o resultado do hábito que nos torna capazes de praticar atos justos.
14). A importância dada por Aristóteles à vontade racional (a vontade guiada pela razão como elemento fundamental da vida ética), à deliberação e à escolha o levou a considerar uma virtude como condição de todas as outras e presente em todas elas: a prudência ou sabedoria prática.
Em “Ética a Nicômaco”, Aristóteles defende que a felicidade é a finalidade das ações humanas. ... Na “Ética a Nicômaco”, a finalidade é identificada como o “bem”, ou seja, dizer que todas as ações tendem a um fim é o mesmo que dizer que todas as coisas tendem a um bem.
O homem não nasce justo, ou com a virtude da justiça, mas ele torna-se justo através da prática da justiça e pelo desejo de agir dessa forma. A aquisição da virtude facilitará ao indivíduo praticar ações coerentes com a sua natureza, não sendo subjugado aos desejos e paixões, que são momentâneos.