Assim, de acordo com o que dispõe a NR 32 e a Portaria do Ministério da Saúde nº 597, de são obrigatórias as seguintes vacinas aos trabalhadores nos serviços de saúde: - Hepatite B, Tétano e Difteria, Influenza, Tríplice Viral, Febre Amarela, Pneumocócica, Varicela, Hepatite A e Febre Tifóide.
O Ministério do Trabalho e Emprego através da NR32 coloca como obrigatórias as vacinas contra hepatiteB, difteria e tétano (DT). O Ministério da Saúde recomenda a vacinação anual contra a influenza e vacina dTpa para profissionais que atuam em UTI neonatal e berçário.
As vacinas são essenciais para blindar o organismo contra doenças que ameaçam a saúde, em todas as idades. Doenças altamente contagiosas e bastante comuns no passado – como a Difteria, o Tétano, a Paralisia Infantil, o Sarampo, a Caxumba e a Rubéola – praticamente já não existem mais no Brasil.
1) O processo de imunização pode se dar de diferentes maneiras dado que a construção das vacinas também pode ser diversa. O método mais comum é a vacina ser construída com o vírus enfraquecido de modo que quando injetado no nosso corpo, nosso próprio corpo aprende a lidar com a invasão e aprende a se defender do mesmo.
O que as vacinas fazem é se passarem por agentes infecciosos de forma a estimular a produção de nossas defesas, por meio de anticorpos específicos contra o “inimigo”. Assim, elas ensinam o nosso organismo a se defender de forma eficaz.
→ Como foi criada a primeira vacina? A primeira vacina surgiu a partir dos estudos realizados pelo médico inglês Edward Jenner. Ele observou pessoas que se contaminaram, ao ordenharem vacas, por uma doença de gado e chegou à conclusão de que essas pessoas tornavam-se imunes à varíola.
Foi em 1798 que o termo “vacina” surgiu pela primeira vez, graças a uma experiência do médico e cientista inglês Edward Jenner. Ele ouviu relatos de que trabalhadores da zona rural não pegavam varíola, pois já haviam tido a varíola bovina, de menor impacto no corpo humano.
Foi ele que descobriu a vacina contra a varíola. Edward Jenner nasceu em Berkeley, na Inglaterra, em 17 de maio de 1749.
Primeira vacina Em 12 de junho de 2009, um dia depois do decreto de pandemia pela OMS, a farmacêutica suíça Novartis anunciou que tinha desenvolvido uma primeira versão do imunizante contra a nova cepa do H1N1.
Perguntas Freqüentes. Existe vacina para prevenir a Influenza causada pelo vírus A (H1N1)? A Organização Mundial da Saúde (OMS) está colaborando junto aos fabricantes para acelerar o desenvolvimento de uma vacina segura e eficaz. No momento, existe vacina em fase de testes, mas não disponível à população.
Fique tranquilo: a vacina da gripe não causa reação adversa grave. Em alguns casos, ela traz sintomas como dor no local da aplicação e uma leve irritação. Febre baixa também é uma possibilidade, mas nada além disso. Só não ache que a vacina pode, em certas situações, provocar a gripe em si.
Perguntas Freqüentes. Como e transmitida a gripe A (H1N1)? O vírus é transmitido de pessoa a pessoa, especialmente, através da gotinha eliminada pela pessoa doente ao tossir e espirar. A transmissão da doença pode ocorrer, também, através de contato com mãos e superfícies contaminadas.
A medicina estima que a gripe dura de cinco a sete dias, mas casos mais severos – especialmente quando afeta indivíduos de alto risco para complicação, como crianças menores de dois anos, idosos, gestantes, pessoas com o sistema imunológico comprometido e doentes crônicos – pode gerar quadro clínico mais grave e ...
O H1N1 causa os mesmos sintomas das outras versões do vírus influenza: febre alta, mal-estar, dor de cabeça, espirros e tosse.
Tratamento de Gripe H1N1 O principal tratamento para qualquer cepa do vírus Influenza é feito com o uso do antiviral à base de fosfato de Oseltamivir (como Tamiflu), que somente deve ser usado com prescrição médica.
Ações para evitar a contaminação pelo vírus Influenza A H1N1
Os exames laboratoriais que confirmam a infecção pelo vírus influenza A (H1N1) são a cultura viral e o real time-PCR, mas são realizados até agora somente em laboratórios de referência mundial. Logo, uma tentativa de realizar o diagnóstico é a utilização de testes rápidos para vírus respiratórios humanos.
O Rocha Lima apresenta em seu portfólio o teste para detecção do H1N1 por PCR e o teste rápido para detecção de influenza TIPO A, TIPO B e TIPO A (H1N1). Com o teste, você pode saber se está com H1N1 em poucas horas.
Testes analisam o material genético do vírus em amostras coletadas. Exame convencional tem demorado até uma semana para ficar pronto. Dois testes identificam se o paciente é portador da nova gripe. O resultado do teste convencional demora, em média, 72 horas – com a demanda elevada, esse prazo chega até a uma semana.
O teste apresenta desempenho clínico superior a 99% de sensibilidade e especificidade, liberando os resultados em apenas 10 minutos. Os kits apresentam controle positivo e negativo a fim de garantir a integridade do produto.
O Teste Rápido Hilab de Influenza é um imunoensaio cromatográfico para a detecção de partículas virais de Influenza A e B. Para fazer o exame, o farmacêutico coleta uma amostra de secreção nasal do paciente, utilizando um swab. Em apenas 20 minutos, ele recebe o resultado, pronto para levar ao médico.
Teste de H1N1 - R$270,00 à vista - Labi Exames.
As abordagens diagnósticas utilizadas para a identificação do vírus incluem a cultura de vírus, a detecção de antígenos virais, como os testes de imunofluorescência e os métodos de teste de ácido nucleico. Um diagnóstico presuntivo pode ser feito por um teste rápido válido para determinação do antígeno.