Em anatomia, cálice renal maior ou cálice maior é uma estrutura em forma de tubo, localizada no interior do seio renal, formada pela união das extremidades dos cálices menores. Cada rim possui cerca de 2 a 3 cálices maiores, que se unem através de suas extremidades para forma a pelve renal.
Pelve extrarrenal: protrusão da pelve renal para fora do seio renal ( variação da normalidade).
Essas duas regiões recebem sangue pela artéria renal e são drenadas pela veia renal. Existe ainda uma estrutura chamada de pelve renal, responsável pela coleta de urina. A pelve ramifica-se em direção à medula, formando cálices maiores e cálices menores.
A pelve (lat. pelvis = bacia, concha, tigela), ou bacia, encontra-se na cintura pélvica dos Tetrapoda. É composta por uma série de ossos longos (em anfíbios, répteis e aves) ou chatos (em mamíferos), quase sempre apresentando os seguintes componentes: sacro, ílio, ísquio e púbis.
Embora a região da pelve consista na cavidade na parte inferior do tronco formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix, quando se fala em dor pélvica, a referência é a qualquer incômodo localizado na parte inferior do abdome (abaixo do umbigo).
A pelve pode ser classificada de acordo com o formato de sua abertura superior. Existem quatros tipos, ginecóide, andróide, antropóide, platipelóide.
As articulações do quadril são: Sacroilíaca e Coxofemoral. A articulação sacroilíaca só realiza o movimento de deslizamento. Os movimentos realizados pela coxofemoral são abdução e adução, flexão e extensão, rotação e circundação.
A articulação do quadril (anca) é uma grande articulação sinovial em bola e soquete (esferoide) entre a cabeça do fêmur e o acetábulo da pelve.
A articulação coxo-femoral é uma articulação esférica formada pela cabeça do fêmur e pelo acetábulo. A superfície articular da cabeça do fêmur forma cerca de dois terços de uma esfera cheia, enquanto que a superfície articular do acetábulo tem a forma de uma ferradura, com área inferior não articular.
esferoide
O quadril, ou articulação coxo-femoral é formado pelos ossos da bacia (pelve) e pelo fêmur, o osso mais longo do corpo humano. Seu formato assemelha-se a uma esfera dentro de uma taça invertida.
O fêmur é o osso da coxa, o maior do nosso corpo. Sua extremidade superior é o local onde o membro inferior se articula com a bacia, possibilitando a movimentação do quadril. Esta região, conhecida como fêmur proximal, é sede frequente de fraturas.
O que é a Fratura de fêmur e Como se trata. A fratura do fêmur acontece quando surge uma fratura no osso da coxa, que é o mais comprido e mais forte osso do corpo humano.
O fêmur ou fémur é o osso mais longo e mais volumoso do corpo humano, e localiza-se na coxa. Também é o osso mais resistente, suportando uma pressão de 1 230 Kg por centímetro quadrado sem se ferir.
Pode ocorrer qualquer das complicações gerais próprias a todas as fraturas e cirurgias, no entanto são raras. Uma complicação especial que pode ocorrer em alguns casos é a necrose avascular da cabeça do fêmur . Se a fratura interrompe o suprimento sanguíneo da cabeça do fêmur , ela pode necrosar.
Pelos resultados, os pesquisadores concluíram que, entre adultos submetidos à cirurgia de fêmur, o aumento do tempo de espera está associado a um maior risco de mortalidade em 30 dias e outras complicações. Uma espera de 24 horas pode representar um limite que define maior risco.
Em média 3 meses a depender do local da fratura, tipo de fratura e complicações de cicatrização.
São muitos os fatores que fazem com que idosos corram mais risco de sofrer quedas e ter fraturas, dentre eles a fragilidade óssea, a perda de equilíbrio, de força e a dificuldade para enxergar. A fratura do fêmur é a que mais preocupa e pode até levar à perda da capacidade de andar.