A classificação quanto ao fotoenvelhecimento foi desenvolvida por Glogau e se constitui como um dos principais critérios para escolha da profundidade dos peelings. Quanto mais avançado o índice Glogau do indivíduo, mais profundo deve ser o nível do peeling para minimizar os efeitos dos sinais do envelhecimento.
Richard Glogau define a avaliação das alterações que podem ser vistas nas diferentes idades e têm como objetivo de possibilitar a quantificação do nível de envelhecimento, permitindo assim uma melhor escolha do tratamento. Discretas alterações na pigmentação. Rugas mínimas, quase não visíveis.
As rugas se dividem em: Primárias: É uma depressão linear que interrompe a uniformidade da superfície cutânea por diminuição da camada hipodérmica ou por atrofia dérmica. Secundárias: São continuações das rugas da primeira fase.
O fotoenvelhecimento é o envelhecimento da pele por exposição solar excessiva, ou seja, não é o envelhecimento natural causado pela idade e sim o envelhecimento causado pela falta de cuidado. Ele causa pele manchada, deixa a pele seca e áspera, e ainda pode evoluir para um câncer de pele.
Saiba o que fazer para prevenir o fotoenvelhecimento da pele
Envelhecimento cutâneo intrínseco ou cronológico: é aquele decorrente da passagem do tempo, determinado principalmente por fatores genéticos, estado hormonal e reações metabólicas, como estresse oxidativo.
O envelhecimento da pele tem basicamente dois componentes: o envelhecimento intrínseco, decorrente da passagem natural do tempo e o envelhecimento extrínseco, provocado por fatores ambientais que interagem com a pele. Dentre eles, o mais conhecido é o chamado fotoenvelhecimento, causado pela exposição ao sol.
O envelhecimento intrínseco corresponde ao desgaste natural das células do corpo. Ou seja, com o tempo, todos nós teremos linhas de expressão, rugas, flacidez, pele seca e fina.
Fatores que influenciam o envelhecimento
O envelhecimento é um processo do desenvolvimento normal, envolvendo alterações neurobiológicas estruturais, funcionais e químicas.
Entre as alterações fisiológicas do tecido tegumentar que estão presentes no idoso destacam-se maior fragilidade cutânea e menor capacidade da pele de atuar como barreira contra fatores externos; termorregulação deficiente em resposta ao calor, decorrente da diminuição do número de glândulas sudoríparas; pele mais seca ...
Há diminuição do tecido gorduroso nos membros superiores e diminuição da massa magra nas pernas. Em virtude dessas mudanças, o idoso pode apresentar alterações em algumas variáveis antropométricas, como aumento da circunferência da cintura e diminuição da CB e da dobra cutânea triciptal7.
Com o envelhecimento ocorrem modificações morfo-fisiológicas como a diminuição de neurônios corticais e do volume do núcleo dos neurônios, o que implica em patologias como a perda de memória e o mal de Alzheimer e outras demências.
Em relação ao miocárdio, o envelhecimento leva a mudanças em sua matriz extracelular, com aumento do colágeno e do entrecruzamento de suas moléculas, aumento no diâmetro das fibrilas musculares, maior proporção de colágeno tipo I em relação ao tipo III, redução do conteúdo de elastina e aumento da fibronectina.
Segundo estudiosos, podemos falar em cinco tipos de envelhecimento: o biológico; cronológico; funcional; psicológico e social.
Dentre muitos tipos, pressão arterial alta, colesterol elevado e acidente vascular cerebral (AVC) são as manifestações clínicas mais comuns das patologias cardiovasculares. Veja o que podemos fazer para preveni-las.
Composição Corporal Com o avanço da idade, uma das consequências é a redução do teor de água no organismo do idoso, o que pode levar à desidratação. Além disso, também há uma redução da massa muscular, o que pode desenvolver a sarcopenia, e uma redução da massa óssea, o que pode desenvolver um quadro de osteoporose.
Algumas doenças cardíacas podem ser suspeitadas por meio de alguns sinais e sintomas, como por exemplo falta de ar, cansaço fácil, palpitações, inchaço nos tornozelos ou dor no peito, por exemplo, sendo recomendado ir ao cardiologista caso os sintomas se mantenham por vários dias, piorem ao longo do tempo ou surjam ...
A tosse noturna pode ser causada por gripes, resfriados ou alergia, por exemplo. A tosse noturna é irritativa e excessiva, podendo dificultar o sono, já que quando a pessoa se deita, a drenagem das secreções das vias respiratórias fica mais difícil, favorecendo o seu acúmulo e estimulando a tosse.