A leishmaniose tegumentar americana, conhecida popularmente pelos nomes: “úlcera de bauru”, “nariz de tapir” e “ferida brava”, caracteriza-se por apresentar feridas indolores na pele ou mucosas do indivíduo afetado. É causada por protozoários do gênero Leishmania, como o L. braziliensis, L. guyanensis e L.
A leishmaniose tegumentar americana afeta somente a pele. Também conhecida como úlcera de Bauru, é transmitida ao homem pelo mesmo mosquito palha, porém, é provocada por outro tipo de protozoário, que não coloca em risco a vida da pessoa contaminada ou do cão infectado.
Os principais sinais da leishmaniose visceral são:
O teste confirmatório para leishmaniose visceral canina é feito por meio da técnica de Enzyme Linked Immunosorbent Assay (ELISA), que permite a detecção de anticorpos no plasma sangüíneo, o antileishmania. De acordo com o especialista, com a realização das duas técnicas as sensibilidades confiáveis podem chegar a 100%.
O calazar é causada pelo protozoário parasita Leishmania que é transmitido pela picada de mosquitos-palha infectados. O parasita ataca o sistema imunológico e, meses após a infecção inicial, a doença pode evoluir para uma forma visceral mais grave, que é quase sempre fatal se não for tratada.
A prevenção é a melhor forma de combater a Leishmaniose Visceral. Além de evitar o acúmulo de lixo, os donos devem aplicar repelentes eficazes nos animais para afastar os flebotomíneos.
A vacina Leishmune® é para uso exclusivo em cães. A vacina deverá ser usada somente em cães assintomáticos com resultados sorológicos negativos para a leishmaniose visceral. Por não terem sido conduzidos estudos da aplicação da vacina em fêmeas prenhes, não se recomenda a vacinação nesses animais.
Na clinica de Ana Lúcia, a vacina Leishmune custa em média R$ 130 a dose. O protocolo de tratamento prevê a utilização de três doses durante um ano e posteriormente uma dose anual de manutenção. Já a Leish-Tec tem custo médio de R$160 como o mesmo protocolo, o que elevaria o preço final do tratamento.