Rim esponjoso medular é distúrbio benigno caracterizado por dilatação dos ductos coletores papilares de um ou dos dois rins.
Nefrocalcinose medular é o acúmulo de cristais de cálcio na medula renal. Já a nefrolitíase é a presença de cálculos renais, quando bilateral, os cálculos ocorrem nos dois rins.
No transplante renal, um rim saudável de uma pessoa viva ou falecida é doado a um paciente portador de insuficiência renal crônica avançada.
Potencialmente, qualquer pessoa saudável maior de 18 anos pode ser uma doadora de órgãos. Entretanto, o doador deve ser parente do receptor em até quarto grau e possuir compatibilidade sanguínea. Caso o doador não seja um parente relacionado é necessária autorização judicial.
Todo o paciente renal crônico pode se submeter a um transplante desde que apresente algumas condições clínicas como: suportar uma cirurgia, com duração de 4 a 6 horas; não ter lesões em outros órgãos que impeçam o transplante, como cirrose, câncer ou acidentes vasculares; não ter infecção ou focos ativos na urina, nos ...
Cirurgia de transplante A cirurgia dura em geral de três a quatro horas e consiste em implantar o novo rim na região inferior do abdômen, unindo os vasos sanguíneos do receptor ao órgão transplantado, além de implantar o ureter (estrutura que leva a urina do rim para a bexiga) do novo rim na bexiga do paciente.
É um tratamento para pessoas com insuficiência renal crónica, que consiste na realização de uma cirurgia na qual um rim saudável de um doador é colocado na pessoa (recetor) com insuficiência renal crónica. O transplante é um tratamento, não é uma cura!
Em casos de transplante renal, ocorre maior risco de perca do enxerto11. A sintomatologia é variável, e inclui: febre, hipertensão arterial sistêmica (HAS), dor sobre o enxerto e edema, redução do volume urinário, e aumento da creatinina sérica.
Quem espera por um rim é posicionado na lista de acordo com a compatibilidade. Isso significa que os órgãos do doador passam por exames e uma análise genética completa e, após os resultados, são feitas análises comparativas com todos os pacientes.
A rejeição de órgãos ocorre pela ação de anticorpos produzidos pelo sistema imunológico do próprio paciente receptor. Diversos problemas de saúde podem culminar na total incapacidade de funcionamento de alguns órgãos.
As contraindicações principais ao transplante renal são:
Atualmente o transplante é um tratamento eficaz nas hepatopatias crônicas, e apresenta um índice de sobrevivência global aos 3 anos ao redor de 80%. É, portanto, uma alternativa de tratamento indicado nos casos terminais, onde a mortalidade com tratamentos conservadores pode atingir até 70% ao final de 12 meses.