O vilo coriônico é estrutura básica envolvida nas tocas materno-fetais. Ele se origina da placa coriônica, sendo formado por um vilo-tronco que dá origem a vilos-ramo. Quando você examina uma lâmina histológica de placenta, observa cortes transversais de vilos correspondentes aos ramos vilosos.
Significado de Decídua substantivo feminino [Medicina] Parte da mucosa uterina que se hipertrofia durante a gestação e que é eliminada após o parto; caduca.
Regra geral, o assunto não levanta muitas dúvidas. Após o parto, os hospitais tratam a placenta como um resíduo e, por isso, é incinerada.
Placentofagia humana Embora a placenta seja reverenciada em diversas culturas, o hábito de comê-la ainda é muito incomum. Aqueles que apoiam essa prática em seres humanos, principalmente na Europa e nos EUA, afirmam que comer a placenta ajuda a prevenir a depressão pós-parto e outras complicações.
Ela precisa ser congelada para que as proteínas parem de atuar, ou fixada em formol. Uma vez congelada, a placenta pode ser descongelada sem maiores riscos. A forma mais segura seria fazer o carimbo e descartá-la, ou plantá-la, virando adubo.
Segundo ele, órgão tem gosto parecido com fígado.
1. Mayra Cardi. Visualizar esta foto no Instagram. Em seu Instagram, a life coach revelou ter ingerido a placenta por meio de cápsulas.
“Comi um pedacinho, batido numa vitamina que a doula fez. O resto ela desidratou e transformou em cápsulas”, disse.
O médico pode massajar o abdómen para incentivar o útero a contrair ajudando a expulsar a placenta. Também lhe pode ser pedido que faça força mais uma vez para ajudar a expulsar a placenta para o exterior. A placenta é geralmente expulsa dentro de 30 minutos após a expulsão do bebé.
Depois de cumprir sua função durante nove meses, a placenta é naturalmente expulsa do corpo pelas contrações no parto normal – na cesárea, é retirada após o recém-nascido. O fim da ligação entre ela e o bebê termina quando o corte do cordão umbilical é realizado e, geralmente, segue para o lixo orgânico do hospital.
Quando a placenta não é expulsa na primeira hora após o processo de nascimento, ela pode gerar certos riscos. A placenta retida também ocorre quando uma parte da placenta não é expulsa. A retenção geralmente ocorre durante o parto normal, mas durante a cesariana também pode não ser completamente retirada.
Após o corte da bolsa, a criança é retirada e avaliada em relação à oxigenação. O cordão umbilical é cortado e o recém-nascido é examinado por um médico neonatologista. Em seguida, a mãe é apresentada ao seu filho. Enquanto isso, o obstetra retira a placenta — dequitação — e faz a sutura do útero e da pele.
A cesariana é uma cirurgia durante a qual se corta sete camadas de tecido em uma extensão de 10 a 12 centímetros. Hoje em dia, esse corte é feito abaixo da barriga, em uma região que a calcinha e o biquíni podem cobrir.
A cesariana é feita através de uma pequena abertura na parede abdominal da mãe, normalmente através de uma pequena incisão na pele 2 a 3 cm acima da sínfise púbica (da púbis) com cerca de 10 cm de comprimento.
O cordão umbilical conecta o bebê a placenta. Ele sai do abdômen (do nosso umbigo) e se conecta no meio da placenta, tendo aproximadamente 50 a 70 cm de comprimento.
O cordão é formado a partir do saco amniótico (forma o epitélio do cordão), do alantoide (forma a veia e as artérias umbilicais) e da vesícula vitelínica. O feto fica dentro de uma bolsa cheia de líquido amniótico.
Através dos vasos sanguíneos do cordão umbilical, o feto recebe todo o apoio de oxigênio, nutrição e vida necessário da mãe por meio da placenta. Resíduos de produtos e dióxido de carbono do feto são enviados de volta, através do cordão umbilical e da placenta, para a circulação da mãe – para ser eliminado.
Normalmente, o bebê começa a respirar nos primeiros 30 segundos após o parto e seu maior incentivo é o “choque térmico”. “Cerca de 90% dos recém-nascidos respiram naturalmente. Quando isso não acontece, fazemos manobras simples e rápidas que geralmente são bem-sucedidas”, explica Alice Deutsch.
O corte precoce do cordão aumenta o risco de o bebê ter anemia. Além disto, o clampeamento tardio do cordão, diminui o risco de hemorragia intraventricular, enterocolite necrosante, sepse infantil e transfusão de sangue.
O cordão umbilical é responsável por unir o bebê à mãe e, por meio dele, o pequeno recebe sangue, oxigênio e nutrientes necessários para se desenvolver. Tradicionalmente, os obstetras fazem o corte dessa estrutura assim que a criança nasce, mas estudos têm mostrado que adiar esse processo só traz vantagens.