Portanto, após discussão entre veterinários e laboratório, chegou-se ao resultado de um valor mais acessível, em um montante de R$ 90,00 pelo total dos exames - que hoje variam entre R$ 120,00 e R$ 150,00.
Os exames serão feitos a preço de custo, sendo R$ 23 o de Anemia Infecciosa Equina – AIE e R$ 40 o de Mormo. Será emitida nota fiscal em nome do produtor. As doenças - A Anemia Infecciosa Equina - AIE é uma doença mundial incurável que acomete equídeos (Cavalo, pônei, burro).
- Cuidados veterinários. Quanto custa manter um cavalo? De R$500,00 a R$700,00 por mês, incluindo: baia, alimentação e piquetes. De R$1.
Sendo assim, é importante que a coleta de sangue no equino seja feita na parte da manhã, antes que ele saia para alguma atividade, ou a tarde, quando o animal estiver mais tranquilo. O sangue dos equinos apresentam hemácias que medem entre 37 a 50fL, sendo menores em relação as dos caninos.
O mormo é uma zoonose infectocontagiosa causada pela bactéria Burkholderia mallei que acomete primeiro os equídeos (cavalos, burros e mulas) e pode ser transmitida eventualmente a outros animais e ao ser humano.
Os animais contraem o mormo pelo contato com material infectante do doente: pús; secreção nasal; urina ou fezes. SINTOMAS: Os sintomas mais comuns são a presença de nódulos nas mucosas nasais, nos pulmões, gânglios linfáticos, catarro e pneumonia.
O controle do mormo é baseado no isolamento da área que contém animais doentes, sacrifício destes animais positivos, isolamento e reteste dos suspeitos, cremação dos corpos dos infectados, desinfecção das instalações e todo o material que entrou em contato com os doentes.
É uma doença infectocontagiosa, causada pela bactéria Streptococcus Equi, ou seja, de fácil contagio entre os animais, pois basta um animal entrar em contato através de vias orais ou nasais com a bactéria que ocorre o contágio.
O animal apresenta inicialmente sintomas como febre, depressão, inapetência, tosse, anorexia e corrimento nasal seroso. Com a evolução do quadro, a secreção torna-se mucopurulenta, e fica visível um aumento de volume dos linfonodos, com dor à palpação na região mandibular.
O garrotilho é uma enfermidade infecto-contagiosa, aguda ou sub-aguda , com descarga purulenta causada pela infecção de Streptococcus equi, com sede principal no trato respiratório "superior" dos eqüídeos jovens (de 3 meses a 6 anos, normalmente) e abscedação dos linfonodos adjacentes (CARDOSO, 2007).
O tratamento é feito com base no estágio da enfermidade. Equinos que não apresentam abscessos nos linfonodos devem ser tratados com penicilina G. Quando o animal apresenta abscessos, há a aplicação de substâncias revulsivas para facilitar sua maduração para depois serem pronunciados, como por exemplo, o iodo.
Prevenção do garrotilho (adenite infecciosa) dos equinos. Equinos. Deve ser administrada por via intramuscular, na região glútea, após assepsia local. Animais sadios não vacinados previamente devem receber três doses de 2 mL da vacina, intervaladas de 2 a 4 semanas.
O tratamento geralmente é feito com antibióticos que devem ser indicados pelo médico. Por serem doenças de grande contágio, separe o animal infectado dos demais animais e não utilize os mesmos equipamentos.
A adenite equina, também conhecida como garrotilho, é uma enfermidade bacteriana contagiosa, causada por Streptococcus equi, subsp. equi, bactéria β hemolítica do grupo C de Lancefield, que afeta o trato respiratório anterior de equinos de todas as idades, com maior prevalência entre um e cinco anos de idade.
O antibiótico Penfort PPU da Ourofino é indicado para estes casos. A febre pode ser controlada com fármacos antiinflamatórios como o flunixim meglumine (Desflan) e a dipirona (Finador). A prevenção da doença ainda continua sendo um desafio para o criador de equinos.
Qualquer cavalo pode tossir de vez em quando. Na maioria destes casos de tosse esporádica os animais não se encontram doentes. A tosse é um dos componentes de defesa do tracto respiratório e consiste primariamente num mecanismo de limpeza, visando a expulsão de detritos.
25 – 30 anos
25 – 30 anos
79 anos
90 dias
As baratas têm, em média, 3 a 4 anos de vida. Durante a fase adulta, geralmente a partir dos 2 anos, elas têm asas desenvolvidas.
Suor e temperatura corporal: substâncias expelidas durante a transpiração, tais como ácido lático, ácido úrico e amônia, são atrativas para os mosquitos. Além disso, o aumento da temperatura corporal durante exercícios físicos também pode atrair mais pernilongos.
Pernilongos e mosquitos gostam bastante de se esconder nas plantas, principalmente quando sujas e empoeiradas. Ao fazerem delas seu esconderijo, as fêmeas saem pela casa em busca de sangue humano, enquanto os machos permanecem se alimentando da seiva.