Na Lógica e Matemática, a Lógica bicondicional (também conhecida como bicondicional material) é o Conectivo lógico de duas proposições afirmando "p se e somente se q", onde q é uma Hipótese (ou antecedente) e p é um conclusão (ou consequente). Isso é frequentemente abreviado p sse q.
Na lógica e na matemática, a implicação, ou condicional é a indicação do tipo "SE... ENTÃO", indicando que uma condição deve ser satisfeita necessariamente para que a outra seja verdadeira. Por exemplo, a expressão: "Se João esquia, Maria nada" é uma implicação.
Pode tratar-se do acto e do efeito de implicar, da relação de consequência de algo, de uma manifestação de desagrado ou falta de simpatia para com algo ou alguém, de uma incompatibilidade ou contradição.
Para negarmos uma proposição composta ligada pelo conectivo operacional “E” , basta negarmos ambas as proposições individuais(simples) e trocarmos o conectivo “e” pelo conectivo”ou”. Ou seja, transformaremos uma conjunção em uma disjunção.
Para negar a bicondicional, teremos na verdade que negar a sua conjunção equivalente. E para negar uma conjunção, já sabemos, nega-se as duas partes e troca-se o E por OU. Fica para casa a demonstração da negação da bicondicional.
Também conhecida como uma das Leis de Morgan, para negar uma disjunção, basta negar as duas proposições simples e trocar o OU (∨) por um E (∧). Também conhecida como uma das Leis de Morgan, para negar um condicional, mantemos a primeira E (∧) negamos a segunda. A negação do bi-condicional é uma disjunção exclusiva.
então…” em “se… então…”. Para isso deveremos, inicialmente, negar as duas partes da proposição “Se estou feliz, então passei no concurso”. Como a primeira sentença é “Estou feliz” sua negação será “Não estou feliz” e como a segunda sentença é “Passei no concurso” sua negação será “Não passei no concurso”.
Basicamente, a regra é: para negar uma proposição simples devemos modificar apenas o seu verbo. Por exemplo, considere a proposição: “Guilherme jogou um livro na perna de João”. A negação, de acordo com a Lógica, limita-se a trocar o valor-verdade da afirmação feita.
São palavras como “não”, “nem”, “negativo”, entre outras. Em alguns casos particulares, algumas palavras, como “nenhum”, “nada”, “nunca”, “jamais”, podem ser consideradas advérbios de negação se estiverem intensificando um adjetivo, um advérbio ou caracterizando um verbo.
Nas frases negativas, a noção de negação é transmitida pela presença de um advérbio de negação, como: não, nunca, jamais, nem e tampouco.
Os advérbios classificam-se de acordo com a ideia que exprimem. Dentre estes temos os advérbios de afirmação que, de acordo com o próprio nome, são utilizados para afirmar algo. Os principais advérbios de afirmação são: sim, realmente, perfeitamente, positivamente, efetivamente, incontestavelmente, certamente, deveras.
Advérbio de afirmação certamente, com certeza, decerto, efetivamente, por certo, realmente, seguramente, sem dúvida, sim.
Advérbios de lugar: abaixo, acima, adiante, aí, além, ali, aquém, aqui, atrás, através, cá, defronte, dentro, detrás, fora, junto, lá, longe, onde, perto, etc.; ... Advérbios de tempo: agora, ainda, amanhã, anteontem, antes, breve, cedo, depois, então, hoje, já, jamais, logo, nunca, ontem, outrora, sempre, tarde, etc.
Advérbio de Lugar Aí, aqui, acolá, cá, lá, ali, adiante, abaixo, embaixo, acima, adentro, dentro, afora, fora, defronte, atrás, detrás, atrás, além, aquém, antes, algures, nenhures, alhures, aonde, longe, perto. Exemplos: Minha casa é ali. O livro está embaixo da mesa.