Ka é a constante de dissociação do ácido. pKa é simplesmente o -log dessa constante. Da mesma forma, Kb é a constante de dissociação de base, enquanto pKb é o -log da constante. As constantes de dissociação de ácido e base são geralmente expressas em termos de moles por litro (mol / L).
Cada proteína possui um pI característico, que reflete a proporção entre aminoácidos ácidos e básicos. ... Desta forma, as proteínas apresentarão carga líquida positiva em pH menor que o pI e carga líquida negativa em pH maior que o pI.
Já a relação entre acidez e pKa é inversa, quanto maior o pKa mais fraco é o ácido. Quando o pKa é menor que 1 se tem um ácido muito forte, quando o pKa vai de 1 a 5 se tem um ácido forte, com pKa entre 5 e 15 sem tem um ácido fraco e quando o pKa é maior que 15 o ácido é muito fraco.
Obs.: pKa é igual ao colog da constante de ionização do ácido (Ka). Logo, seu valor pode ser determinado por –log [Ka]. Como observado acima, Henderson e Hasselbalch criaram a fórmula para o cálculo do pH de uma solução-tampão, formada por um ácido fraco e um sal que apresenta o mesmo ânion desse ácido.
Sempre abrir. Representado pela fórmula química H2CO3, o ácido carbônico é um composto considerado como fraco, instável, diácido (apresenta dois hidrogênios ionizáveis na sua estrutura), é produzido por meio da diluição de gás carbônico em água, por isso, não pode ser isolado em sua forma pura.
* Bases fortes: Bases dos metais alcalinos (LiOH, NaOH, KOH, RbOH, CsOH) e de alguns metais alcalinoterrosos (Ca(OH)2, Sr(OH)2, Ba(OH)2). O Mg(OH)2 é uma exceção, sendo uma base fraca. * Bases fracas: O hidróxido de amônio (NH4OH) e as bases dos demais metais (das famílias 13, 14 e 15).
Segundo a Teoria de Arrhenius, uma base pode ser definida como toda substância que em solução aquosa sofre dissociação iônica, liberando como único tipo de ânion a hidroxila (OH-). Se esse grau de ionização for aproximado a 100%,a base é considerada forte.