Karl Marx foi um filósofo, sociólogo, economista, jornalista e teórico político alemão. Junto a Friedrich Engels, elaborou uma teoria política que embasou o chamado socialismo científico.
Denominado materialismo histórico dialético, esse conceito conduziu a análise social e científica da história da sociedade a uma nova visão, a qual passou a considerar como objeto de estudo a produção material humana e seus mecanismos de construção em cada época.
A partir de uma feroz crítica a Economia Política, Marx afirma que fetiche da forma salário cumpre a função de ocultar a apropriação da mais-valia pelo capitalista. Por conseguinte, trata-se de uma forma fundamental para a manutenção das relações capitalistas de produção.
As medidas quantitativas nominais da forma-salário levam à concepção de que os rendimentos monetários são expressão do trabalho realizado e não representação subjacente do custo de reprodução da mercadoria força de trabalho.
Tempo de trabalho necessário é compreendido como aquele em que o trabalhador produz o equivalente ao seu próprio valor. Já tempo excedente é aquele que extrapola o tempo necessário de trabalho. Tempo disponível de trabalho, por sua vez, engloba tanto o tempo necessário e o tempo excedente de trabalho.
O trabalho está sempre ligado ao conceito de passagem do tempo. O trabalho e o tempo livre adquirem um significado e um valor diferente de acordo com a época histórica. No início, quando surgiram os primeiros clãs e tribos, o tempo dedicado ao trabalho limitava-se ao da obtenção da sobrevivência do grupo.
Em contrapartida, o tempo de trabalho excedente, significa a fração da jornada de trabalho que o capitalista extraí a mais-valia; corresponde ao período que o trabalhador produz um novo valor cuja apropriação é feita pelo detentor dos meios de produção.
Existem vários motivos pelo qual essa teoria está errada, e ela já foi inclusive refutada pelo economista Eugen von Bohm-Bawerk mais de um século atrás. Contudo, a principal razão, e mais simples de ser explicada em um texto, é o tempo.
Resposta. Mais-valia é o termo famosamente empregado por Karl Marx à diferença entre o valor final da mercadoria produzida e a soma do valor dos meios de produção e do valor do trabalho, que seria a base do lucro no sistema capitalista.
Comunismo (do latim communis, comum, universal) é uma ideologia política e socioeconômica, que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na propriedade comum dos meios de produção.
A divisão social do trabalho está relacionada à maneira pela qual as tarefas são organizadas e divididas no ambiente de trabalho, com a intenção de delimitar as funções realizadas, dinamizar o processo de produção como um todo e, consequentemente, garantir que o sistema de produção funcione de forma rápida e eficiente.
Designa a divisão do trabalho social em atividades produtivas, ou ramos de atividades necessárias para a reprodução da vida. ... Marx, em O Capital (1982), diz que a 'divisão social do trabalho' diz respeito ao caráter específico do trabalho humano.
A divisão social do trabalho é o modo como se distribui o trabalho nas diferentes sociedades ou estruturas sócio-económicas e que surge quando grupos de produtores realizam actividades específicas em consequência do avanço dum certo grau de desenvolvimento das forças produtivas e de organização interna das comunidades.
As relações de trabalho estão ligadas às nossas relações sociais e à nossa realidade material. O trabalho é a atividade por meio da qual o ser humano produz sua própria existência. ... A ideia não é que o ser humano exista em função do trabalho, mas é por meio dele que produz os meios para manter-se vivo.