1 Protuberância ou calombo formado em consequência de uma contusão; galo, inchaço. 2 Protuberância anormal nas costas ou no peito; corcova, geba, giba. 3 Zool Protuberância dorsal de alguns animais (camelo, dromedário, bisão); corcova, corcunda.
Diagnóstico. É muito importante que o diagnóstico seja sempre feito com a ajuda de um neurocirurgião pediátrico especialista em assimetria craniana, que geralmente é indicado pelo próprio médico pediatra da criança.
O tratamento proposto depende basicamente de 3 fatores: a idade do bebê, a gravidade da assimetria e a resposta que o bebê está tendo as intervenções (reposicionamento, fisioterapia, etc.). Pode-se recomendar desde fisioterapia até a colocação de órteses cranianas (os conhecidos “capacetes”).
“A assimetria é sempre causada por um apoio excessivo numa mesma região da cabeça, em uma fase em que a cabeça do bebê cresce muito rápido”, conta Gerd Schreen, médico especialista em assimetria craniana, da clínica Heads. Esta fase compreende desde a gestação até por volta de um ano e meio de idade.
Vale ressaltar que todos temos algum grau de assimetria, o que é absolutamente normal, mas é fácil de enxergar aquelas condições que começam a chamar a atenção.
Quando o bebê estiver acordado e deitado junto com você, deixar em outras posições como de bruço, conhecido como tummy time. Isso ajuda a alternar o apoio da cabeça, bem como a desenvolver a musculatura do pescoço e ombro. Use sling ou canguru como alternativa para não ficar deitado o dia todo.
- Quando o bebê estiver no colo, segure-o na posição vertical, com a cabeça apoiada em seu braço ou ombro. E não esqueça de alternar a posição na hora de amamentar. Na maioria dos casos, o reposicionamento é suficiente para evitar a plagiocefalia posicional.
O fato de um bebê ter a cabeça achatada não é um motivo de preocupação, pois a braquicefalia quase nunca é uma doença, mas uma condição que se corrige com o tempo. Uma das maneiras de prevenir a braquicefalia é mudar frequentemente a posição do bebê no berço para aliviar a pressão sobre uma única área da cabeça.
A partir das medidas obtidas nos exames, é feito o capacete personalizado que vai conter o crescimento de certas áreas e deixar as achatadas livres para se desenvolverem. O bebê deve usar a órtese desde bem pequeno, com 3 meses de vida, ressaltando que o tratamento só surte efeito se realizado até os 18 meses.