Drogas e medicamentos O consumo de algumas drogas, como heroína ou cocaína podem provocar uma intensa inflamação pulmonar, causando aumento da permeabilidade dos vasos e consequente edema pulmonar agudo. A intoxicação por Aspirina (AAS) também pode levar a um quadro de edema agudo do pulmão.
A inserção do dreno torácico (também denominada toracostomia com dreno) é um procedimento no qual um dreno é inserido no espaço entre o pulmão e a parede torácica (denominado espaço pleural). O procedimento é feito para drenar ar do espaço em caso de colapso pulmonar (um quadro clínico denominado pneumotórax).
Na maioria dos casos, o dreno é inserido abaixo da cicatriz da cirurgia e, é fixado com pontos ou grampos, e pode ser mantido por cerca de 1 a 4 semanas.
A toracocentese e a drenagem torácica são procedimentos rotineiramente realizados no pronto-socorro, na enfermaria e no centro de terapia intensiva (CTI). Consistem, basicamente, na retirada do acúmulo de ar ou líquido do espaço pleural por meio da inserção de um tubo, cânula ou agulha no espaço intercostal.
A drenagem torácica é o procedimento indicado quando se deseja evacuar o conteúdo aéreo ou líquido anômalo da cavidade pleural. As principais indicações incluem: pneumotórax, hemotórax, derrame parapneumônico complicado, empiema, quilotórax e pós-operatório de toracotomias.
Posicioná-lo no piso, com suporte próprio, ou sustentado em local adequado. Nuca elevá-lo acima do tórax sem que esteja clampeado (fechado). Manter a pinça do dreno sempre abaixo do nível da cintura ou do leito do paciente. Mensurar o débito do dreno a cada 6 horas, ou menos, caso haja drenagem superior a 100 mL/hora.
Fixação do dreno na parede do tórax Apenas um nó é dado na borda superior da pele, e o fio trança o dreno, terminando por um “meio-tope”, semelhante ao do cadarço do sapato. Outro fio é atado no dreno transversalmente sobre o fio trançado longitudinalmente.
Na maioria dos casos, o edema é causado pela insuficiência cardíaca, que ocorre quando o coração não é capaz de bombear o sangue adequadamente. Mas o edema pulmonar pode ocorrer por outros motivos, incluindo pneumonia, exposição a certas toxinas e medicamentos e até por traumas torácicos.
Edema pulmonar agudo pode resultar de isquemia coronariana aguda, descompensação da insuficiência cardíaca de base, arritmia, distúrbio valvar agudo ou sobrecarga aguda de volume. Os pacientes têm dispneia grave, diaforese, sibilos e, às vezes, escarro espumoso e sanguinolento.
Controlar a pressão arterial elevada. Controlando a outras condições médicas, como diabetes e hipertensão, por exemplo. Evite fazer uso de medicamentos que possam facilitar o edema pulmonar e evite grandes altitudes, caso elas também possam levar você a sentir os sintomas. Se você fuma, parar de fumar.
Contusão pulmonar
O edema pulmonar não cardiogênico é uma complicação grave, de conhecimento recente, que se segue a cirurgias cardíacas com circulação extracorpórea. O quadro clínico é de instalação rápida, caracterizando-se, principalmente, por broncoespasmo, secreção sero-hemorrágica pelas vias aéreas e hipotensão arterial.
Pacientes com edema pulmonar cardiogênico costumam ter história de cardiopatia ou hipertensão, enquanto os pacientes com edema não cardiogênico podem apresentar condições preexistentes que aumentam o risco de infecção.
Conheça os sintomas do enfisema pulmonar em idosos
Embolia pulmonar é causada pela obstrução das artérias dos pulmões por coágulos. Fatores de risco são imobilidade prolongada, cirurgias, câncer, tabagismo, anticoncepcionais com estrógeno e reposição hormonal.
Os principais fatores de risco para o tromboembolismo venoso são: trauma não cirúrgico e cirúrgico; idade maior que 40 anos; tromboembolismo venoso prévio; imobilização; doença maligna, insuficiência cardíaca; infarto do miocárdio; paralisia de membros inferiores; obesidade; veias varicosas; estrogênio; parto; doença ...
Os médicos costumam diagnosticar a embolia pulmonar procurando por uma obstrução da artéria pulmonar através da angiografia por tomografia computadorizada (TC) ou cintilografia pulmonar.
Para identificar um caso de embolia pulmonar, deve-se ficar atento a alguns sintomas como:
Embolia pulmonar - sintomas Os sinais e sintomas mais frequentes no tromboembolismo pulmonar são: Falta de ar - este sintoma surge subitamente e piora com os esforços; Dor torácica (dor nas costas) - a dor pode ser semelhante a um enfarte (ataque cardíaco). As dores agravam quando se respira profundamente (pleuresia).
O médico poderá solicitar um exame de sangue chamado Dímero-D que testa os níveis de uma substância química chamada Dímero-D que aumenta quando estão sendo formados coágulos sanguíneos no corpo. Um nível anormalmente alto de Dímero-D não significa um diagnóstico de embolia pulmonar automaticamente.
Os sintomas típicos da embolia pulmonar são a falta de ar e uma dor no peito que piora quando se respira profundamente. Outros sintomas são a tosse, tonturas, uma coloração azul na pele e perda de consciência. As pessoas com um coágulo de sangue na perna também podem ter vermelhidão e inchaço da perna.