As glândulas submandibulares consistem em duas glândulas do tamanho de uma noz, localizadas em ambos os lados da face, abaixo da mandíbula e à sua frente, na parte posterior da cavidade bucal.
As mais utilizadas incluem:
Inervação. O mecanismo secretório da glândula submandibular é regulado diretamente pelo sistema nervoso parassimpático, pelo qual é estimulado, e indiretamente pelo sistema nervoso simpático, pelo qual é inibido.
A sialoadenite esclerosante crônica (SEC) ou tumor de Kutner (KT) é uma rara condição, que acomete glândulas salivares, predominantemente as glândulas submandibulares. Nela, verifica-se um intenso processo inflamatório crônico, associado à fibrose do tecido glandular.
A inervação sensitiva é fornecida pelo nervo auriculotemporal, derivado do ramo mandibular do nervo trigêmeo. A inervação parassimpática, que estimula a produção de saliva, provém do nervo glossofaríngeo e chega ao gânglio ótico através do nervo petroso menor.
O reconhecimento da íntima relação entre os vasos linguais e o nervo hi- poglosso com a glândula submandibular é importante para o planejamento de glos- sectomias(12). O nervo lingual é ramo do nervo man- dibular e contém fibras sensitivas da por- ção anterior da língua.
Inervação. O suprimento nervoso da glândula sublingual reflete o da glândula submandibular. Ele ocorre através do cordão timpânico, que carrega fibras que se originam no nervo facial (NC VII) e são classificadas como fibras secretomotoras.
Lateralmente a cavidade bucal é limitada pelas bochechas, superiormente pelo palato e inferiormente por músculos que constituem o assoalho da boca. Nesta cavidade se encontram também as gengivas, dentes e língua, onde se mantém uma relação.