Esta definição aparece nas partes 1, 2 e 4 da Norma. Já na parte 3, a definição que aparece é a “Classe do SPDA que é o número que denota a classificação de um SPDA de acordo com o Nível de Proteção para o qual ele é projetado”.
O DPS classe II é destinado a proteção contra surtos elétricos ocasionados por descargas atmosféricas indiretas, ou seja, caem próximo à edificação ou as linhas de transmissão de energia ou dados. O DPS classe III é um dispositivo de proteção que deve ser utilizado próximo ao equipamento protegido.
O VCL deve ser instalado em paralelo com a carga, pode ser instalado entre condutores vivos ou condutores vivos e condutor terra. Fluxograma de instalação CLAMPER VCL, tipo fluxograma, que pode ser utilizada como fonte auxiliar de informação. É importante que para especificação do DPS seja recorrido à NBR 5410.
O DPS é dividido em três classes, porém o princípio de funcionamento é o mesmo. Ele atua na mudança da impedância interna, uma vez que, ao aumentar a tensão dos terminais do DPS, a impedância vai diminuir. Com isso, o dispositivo provoca o desvio da corrente do surto elétrico para o aterramento interno.
O dispositivo de proteção contra surtos é um equipamento ligado entre L-PE e que tem impedância (Z) elevada a fim de evitar que o funcionamento do equipamento sofra alterações. Quando ocorre o surto de tensão, a impedância cai ao nível mínimo, o que permite a condução da corrente gerada.