O quadro clínico de herpes é diferente da candidíase. O exame físico é fundamental para a distinção. A doença é transmitida na presença de lesões ativas, caracterizadas como vesículas, úlceras e crostas. Após o contato com o vírus, ele ficará como uma infecção crônica e latente nas raízes nervosas.
Uma vez reativado, o herpes se apresenta da seguinte forma: Coceira e ardência no local onde surgirão as lesões; a seguir, formam-se pequenas bolhas agrupadas como num buquê sobre área avermelhada e inchada; as bolhas (vesículas) rompem-se liberando líquido rico em vírus e formam ferida.
Existem dois tipos de exames para o diagnóstico de infecção por Herpes simplex (herpes genital ou labial). Um é feito no sangue e mede a presença de anticorpos contra o vírus do Herpes, também conhecido como HSV e o outro faz a pesquisa de DNA do vírus em lesões genitais ou labiais, por método PCR.
É a DST que quase todo mundo tem. Segundo dados da OMS, dois terços da população mundial têm herpes, mas a maioria não apresenta sintomas. O vírus pode ficar latente durante anos e as feridas só vão aparecer se houver uma baixa no sistema imunológico, devido a estresse, infecções ou alterações hormonais.
“Menos de 33% das pessoas desenvolvem o herpes, apresentando as lesões na boca. A maior parte da população desenvolve anticorpos e se torna imune ao vírus, não apresentando os sintomas”, explica a especialista.
Obrigado! O risco de transmissão cai muito quando não há lesões visíveis e não há sintomas. Outro ponto é que a maioria da população (mais de 80%) já entrou em contato com o vírus da Herpes. Dessa forma, não há porque se preocupar em achar alguém que também tenha o vírus para formar-se um casal.
A Organização Mundial da Saúde, OMS, publicou nesta quarta-feira suas primeiras estimativas globais sobre infecção pelo vírus do herpes simples tipo 1: mais de 3,7 bilhões de pessoas com menos de 50 anos, ou 67% da população está infectada com o HSV-1.
NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;) No caso da herpes tipo 2, estima-se que 417 milhões de pessoas tenham o vírus na corrente sanguínea.
A herpes labial é um dos vírus mais comuns entre a população mundial. A organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 3,7 bilhões de pessoas com menos de 50 anos têm o vírus HSV-1 (causador da doença).
A herpes é uma doença altamente contagiosa que se pega através do contato direto com a ferida da herpes de alguém, pelo beijo, pela partilha de copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Além disso, em alguns casos, também pode passar pela partilha de algumas peças de roupa.
A herpes é uma doença transmissível que não tem cura, uma vez que não existe um remédio antiviral capaz de eliminar de vez o vírus do organismo. No entanto, existem vários medicamentos que podem ajudar a evitar e até tratar mais rapidamente uma crise de sintomas.
O sinal mais característico do herpes é o surgimento de uma ou mais bolhas ou vesículas agrupadas sobre pele ou mucosa, que com o tempo se rompem, formando crostas, e depois se cicatrizam.
Geralmente, a indicação é o uso de cremes locais que ajudam a controlar os sintomas, mas não aceleram a recuperação. Durante as crises, quando o vírus se manifesta e aparecem as bolhas, é preciso ter cuidado redobrado.
Estresse favorece a multiplicação do vírus O organismo mais fragilizado abre espaço para que a infecção volte a se manifestar. “O estresse diminui a imunidade, permitindo que o vírus que estava latente se multiplique, causando lesões”, afirma a dermatologista Marcela Benez.
A transmissão é feita por gotículas de saliva, beijo, objetos contaminados levados à boca e por aí vai. Por isso, é bem comum que o primeiro contato com o HSV aconteça ainda na infância. O inimigo invade o corpo, percorre a mucosa da boca e se instala em terminações nervosas, especialmente nos gânglios.
O estresse é um dos principais fatores que provocam a xerostomia, conhecida popularmente por “boca seca”, pois ele diminui a produção de saliva. O ressecamento da boca pode dificultar a mastigação, a fala e ainda contribuir para o desenvolvimento de cáries, mau hálito e gengivite.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, os números são alarmantes: no planeta, 67% da população com menos de 50 anos tem a doença, o que representa 3,7 bilhões de infectados pelo Herpes Simples.
O que causa herpes labial Nós entramos em contato com o HSV-1 através de gotículas de saliva, pelo beijo e ao colocar objetos contaminados na boca.
Em casos de herpes labial ou herpes genital, você apenas poderá doar sangue após o desaparecimento total dos sintomas. Quem teve herpes zoster somente estará apto à doação de sangue depois de 6 meses de cura da doença.
O vírus da herpes pode causar aftas e feridas doloridas na boca, língua, bochecha ou parte interna dos lábios. Infecção conhecida como Gengivoestomatite Herpética. Caso haja lesões ativas em outras regiões do corpo, elas devem ser cobertas, a higiene das mãos deve ser rigorosa e o aleitamento materno pode ser mantido.
A principal forma de transmissão do vírus do herpes é pelo contato direto com as lesões ativas, ou seja, o uso de preservativo é a forma mais eficiente de evitar a transmissão, já que evita o contato direto com as feridas.
Em conclusão, sim é possível engravidar com herpes genital e ter um bebê saudável, desde que tomados todos os cuidados desde o início do pré-natal até o momento do parto.
O herpes genital na gravidez pode ser perigoso, pois existe o risco da gestante transmitir o vírus para o bebê no momento do parto, podendo provocar a morte ou graves problemas neurológicos no bebê. Embora seja raro, também pode ocorrer transmissão durante a gestação, o que geralmente pode levar à morte fetal.
A herpes não reduz a sua fertilidade e não dificulta uma gravidez. Se você estiver com lesões por herpes no momento do parto, o parto deverá cesárea. Na ausência de lesões, você pode ter parto normal.