A causa mais frequente desse tipo de epilepsia "é um pequeno tumor no hipotálamo que chamamos de hamartoma hipotalâmico, mas também pode ser devido a outras causas, como o crescimento de tumores nos lobos frontal ou temporal".
A epilepsia gelástica é uma doença cuja sintomatologia (esses ataques de riso incontroláveis e sem motivo aparente) poderia se encaixar perfeitamente no caso do Coringa, já que costuma afetar pessoas mais jovens, ao contrário do que ocorre nos casos de paralisia pseudobulbar.
Trata-se de uma crise de riso imotivado que precede um evento neurológico, freqüentemente de origem epiléptica. Há um capítulo inteiro da neurologia que são as epilepsias gelásticas, epilepsias nas quais episódios de riso são manifestação importante precedendo ou fazendo parte da crise propriamente dita.
"O maior segredo é tentar sair de perto do fator que te causa a crise. Melhor que isso, é mudar a atenção para uma outra coisa. Isso se for possível, claro. Desviar a sua atenção para outra coisa, de preferência mais séria, é a melhor e provavelmente a única saída".
O riso e o choro compulsivos que acontecem de forma involuntária sinalizar um transtorno chamado de síndrome do afeto pseudobulbar.
Quando rimos de algo que julgamos engraçado, significa que houve uma experimentação prévia. Ou seja, você já viu ou teve a experiência de uma situação parecida com aquela antes e seu cérebro se lembra disso. É por isso que algo pode ser engraçado para você, mas não para seu amigo.
Rir no momento da dor é um mecanismo de defesa muito normal, explica a médica psiquiatra Dânia Francine Corrêa. "Rir é uma descarga da angústia que sentimos em um momento difícil. ... Na verdade, fazemos isso a toda hora, porque a realidade costuma ser difícil - é o famoso rir para não chorar.
Ocorrências: O afeto pseudobulbar costuma ser um sintoma de pessoas que sofreram acidente vascular cerebral (AVC), traumatismo craniano, tumor no cérebro ou que vivem com esclerose lateral amiotrófica (ELA), esclerose múltipla e demências como mal de Alzheimer e mal de Parkinson.
Existem duas explicações para aquela lágrima escorrer após uma boa gargalhada. A primeira é emocional: choramos porque estamos alegres. ... Por causa disso, quando abrem a boca para rir (ou mesmo para bocejar), o conjunto de nervos que liga a mandíbula às glândulas salivares acaba estimulando a glândula lacrimal.
É muito comum ouvirmos a expressão: “To rindo pra não chorar”. Até em reportagens jornalísticas, as pessoas costumam rir ao reclamar de situações que deveriam ser acompanhadas de muito choro, literalmente. Em um país onde praticamente nada funciona como deveria, não falta motivos para reclamações.
Inconscientemente, ao rir você pode querer estar ajudando quem está passando por uma situação ruim. A risada libera endorfina, o que nos deixa mais relaxados e diminui a dor.
Rir é o mesmo que se sentir feliz? Rir é um fenômeno natural das emoções, de fato depressivos também dão risada, as vezes uma pessoa que ri muito também pode ser um depressivo que tenta mascarar a sua própria dificuldade de lidar com a tristeza.
Na lista de prejuízo estão riscos de desmaio, arritmia e ruptura cardíaca. Em pessoas asmáticas, a risada pode desencadear num ataque, ou até mesmo num pneumotórax (emergência médica conhecida como 'pulmão em colapso', que ocorre quando há excesso de ar na cavidade pleural).
Ele era de uma tradição de filósofos que buscaram explicar o humor a partir da incongruência: essa distância entre o que você acha que vai acontecer e o que acontece. Thomas Hobbes, sempre pessimista, foi por um caminho um pouco diferente: rir da desgraça alheia seria uma demonstração de superioridade.
Tolo é quem ri da desgraça alheia. O mundo dá muitas voltas para bons e para ruins. Mas o sábio não se exalta, nem humilha ninguém. Apenas confia a sua vida nas mãos de Deus.
Joyce Xavier: Tem gente que é feliz pela desgraça... Tem gente que é feliz pela desgraça alheia. ... Tem gente que não é feliz e não quer que você seja. Tem gente que se aproveita de sua inocência.
Personalidade sádica no sexo O sadismo sexual é a forma mais conhecida por nós. ... Porém, a característica sádica vai além do âmbito sexual. Ela está ligada a obtenção de prazer emocional ao observar o sofrimento alheio, controlar e possuir poder sobre os outros.
Masoquismo é o termo usado para designar o comportamento de uma pessoa que sente prazer a partir da dor e/ou do seu próprio sofrimento. A palavra também está associada a práticas sexuais onde há obtenção da satisfação através da dor física, mas o conceito é amplo e vai muito além do que percebemos.
Van Djik afirmou para a revista LiveScience que “pessoas com menor autoestima se sentem melhor quando observam a desgraça alheia”. ... E esse sentimento (de gostar de ver os outros sofrendo) tem um nome: Schadenfreude.
Segundo especialistas que estudam o tema, esse sentimento costuma surgir por diferentes motivos, como o fato de o infortúnio alheio parecer merecido (alguém que agiu mal acaba sendo prejudicado adiante, por exemplo) ou quando aquele que experimenta a sensação é beneficiado pela má sorte do outro.
Para ser diagnosticado com transtorno de masoquismo sexual, uma pessoa deve experimentar excitação sexual recorrente e intensa ao ser espancada, humilhada, amarrada etc., ou ao experimentar alguma outra forma de sofrimento ou em imaginar tais casos.
O vampirismo clínico, também conhecido popularmente como Síndrome de Renfield, é um distúrbio psicológico relacionado a uma obsessão por sangue. Este é um distúrbio grave mas raro, sobre o qual existem poucos estudos científicos.
Machucar-se por querer – esse comportamento tem nome: Autolesão Não Suicida (ASIS), mais conhecida como automutilação.
A ligação entre dor e prazer é biológica. Para começar, toda dor faz com que o sistema nervoso central libere endorfinas – proteínas que agem para bloquear a dor e que funcionam de maneira semelhante à de drogas como a morfina, gerando um sentimento de euforia. Tal relacionamento não é novidade alguma para corredores.
Esse gostar é causado por uma relação biológica. Quando o encéfalo detecta a dor, uma parte dele chamada hipófise, responsável por soltar substâncias na rede sanguínea, libera o hormônio endorfina, que alivia a dor para que ela se torne suportável o bastante para que o encéfalo possa traçar estratégias para pará-la.
O medo causa uma sensação de adrenalina no nosso corpo, por conta das substâncias liberadas no nosso cérebro (como a endorfina) causa prazer em sentir determinados tipos de medo, como assistir filmes de terror, ler livros do gênero e até mesmo o próprio Dia das Bruxas.
O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.
O segredo está na endorfina liberada depois que o medo passa Mas, por que tanta gente gosta de filmes de horror? ... Quando a situação assustadora acaba, o alívio faz uma grande quantidade de endorfina ser liberada no cérebro, o que causa o bem-estar — e o gosto das pessoas pelo horror momentâneo.