A ilha de plástico do Pacífico tem um tamanho tão grande que já é conhecida como 'o sétimo continente'.
oceano Atlântico
Fora essas duas cores mais comuns, o mar também pode ficar marrom (devido a sedimentos minerais como ferro), preto (como no caso de mangues) e até vermelho (devido a presença de algas ou outros seres vivos). ... O vídeo mostra as águas azuis do mar próximo à costa, onde a areia reflete mais o sol.
O Oceano Atlântico é 24 centímetros mais baixo que o Pacífico e o canal é 26 metros mais alto que os dois oceanos. Para vencer esse desnível, os navios precisam passar por três eclusas.
oceano Antártico
Oceano Pacífico
azul
Em relação à radiação visível, a água é uma substância bastante transparente, isso é, a luz propaga-se em seu interior sem sofrer grandes absorções, e é por isso que a tonalidade azul da água só pode ser observada em grandes profundidades.
O azul das águas está relacionado as características das moléculas de H2O e a cor que vemos refletida nada mais é do que o encontro da luz com a água, ou seja, o reflexo dos raios de luz sobre ela. ... Logo, se sua piscina tem um fundo branco, por exemplo, ela irá refletir toda a luz que incide sobre ele.
Apesar de o mar refletir um pouco a cor do céu, ele não é azul por causa dele, mas sim porque a luz azul não é absorvida. ... Isso acontece porque existe mais matéria orgânica amarelada, como algas e sedimentos que interferem na reflexão da luz e quando se misturam com o verde forma a cor azul.
O céu é azul porque, quando os raios de luz do Sol entram na atmosfera terrestre, ocorre o fenômeno do espalhamento, que destaca a luz de cor azul.
Por que isso acontece? Porque a densidade do ar é muito pequena e há poucas moléculas para espalhar o azul. Por essa razão, a cor do céu é mais escura.
A explicação por trás do fenômeno vem da forma como a luz se espalha pelas moléculas na atmosfera. É a luz azul — que tem o comprimento mais curto — que se espalha mais por essas pequenas partículas, o que leva à coloração azulada que observamos.
É a dispersão da luz ou qualquer outra radiação eletromagnética por partículas muito menores que o comprimento de onda dos fótons dispersados. Ocorre quando a luz viaja por sólidos e líquidos transparentes, mas se observa com maior frequência nos gases.
O céu noturno se transforma, adquire suas várias auras nada naturais: aura esbranquiçada, ou azul bem clara e brilhante, quando as lâmpadas são do tipo fluorescente, ou halógenas; aura amarelada, quase dourada, quando se usa lâmpadas de sódio. Para milhões de brasileiros, a noite não é escura.
Se o Sol, nossa estrela, emite sempre um mesmo tipo de luz, por que o céu muda de cor? A cor que vemos no céu segue a mesma lógica da que enxergamos nos objetos. Elas são determinadas pelo comprimento de onda dos raios luminosos que suas moléculas refletem.