Estima-se que a Monarquia tenha surgido juntamente com a organização da própria sociedade, ou seja, com a aglomeração de pessoas e a formação das primeiras cidades. O poder daqueles que tinham mais recursos começou a se acumular, e para perpetuá-lo nas mãos concentradas de poucos, seus detentores começaram a passar para os filhos e descendentes. Esses grupos poderosos começaram a indicar líderes que por sua vez acabavam por administrar os recursos e o restante da sociedade.
Monarquia Absoluta: Nesse tipo de monarquia, o monarca tem poderes absolutos e governa sem limitações constitucionais. O monarca detém o poder executivo, legislativo e judiciário, e suas decisões não podem ser questionadas.
A monarquia é uma forma de governo em que um único indivíduo, geralmente chamado de monarca, governa o país como chefe de Estado. O monarca pode ser um rei, rainha, imperador ou imperatriz, dependendo do título que o país adota. A monarquia é uma das formas mais antigas de governo e tem sido praticada em várias partes do mundo ao longo da história.
Monarquia Constitucional: Nesse tipo de monarquia, o monarca é o chefe de Estado, mas o poder político é exercido por um parlamento ou órgão legislativo. O monarca tem poderes limitados e suas funções são principalmente cerimoniais e representativas.
O Brasil já foi uma monarquia durante o período imperial, que durou de 1822 a 1889. O país foi governado por três imperadores: Dom Pedro I, Dom Pedro II e Dona Isabel. A monarquia no Brasil foi marcada por avanços sociais e econômicos, como a abolição da escravidão e o desenvolvimento da indústria.
Uma após a outra, as monarquias foram caindo e dando espaço para as Repúblicas – o que simbolizava na época uma democratização do poder – apoiadas pela Burguesia, que finalmente viu a chance de conquistar o poder que lhes era negado pela realeza, nobreza e clero.
Ideias foram surgindo, entre elas o parlamentarismo, que pregava a eleição de representantes para governar o Estado e defender assim os interessas da sociedade, garantindo melhores condições de vida para os indivíduos.
O termo “monarquia” tem origem grega e significa “governo de um único”. Na monarquia, o poder é passado de geração em geração dentro de uma família real ou dinastia. O monarca geralmente herda o título e as responsabilidades do governante anterior, seguindo uma linha de sucessão estabelecida. O significado da monarquia varia de acordo com o país e o sistema político adotado.
A monarquia também tem sido alvo de críticas ao longo dos anos. Alguns argumentam que a monarquia é antidemocrática, pois o monarca não é eleito pelo povo e não há mecanismos de prestação de contas. Além disso, a monarquia pode ser vista como um sistema arcaico e desnecessário em uma sociedade moderna.
Isso porque os senhores feudais detinham a posse das terras, ou seja, comandavam os vassalos, cavaleiros e servos, deixando a monarquia totalmente vulnerável e submissa aos seus interesses. Durante este período, a monarquia juntamente com o clero e a nobreza ostentavam benefícios, porém, sem autoridade de fato, sendo esta exercida pelos senhores feudais.
Surge então, após a Antiguidade, a Idade Média e com ela o Feudalismo, o que fez com que a monarquia sofresse com algumas alterações. Neste cenário o Rei já não detinha poder divino e dependia dos senhores feudais que tinham tanto ou até mais poder que o próprio monarca.
Monarquia Parlamentar: Nesse tipo de monarquia, o monarca é o chefe de Estado, mas o poder político é exercido por um parlamento eleito. O monarca desempenha um papel simbólico e cerimonial, representando o país em eventos oficiais e desempenhando funções diplomáticas.
Durante este período de revoluções burguesas, alguns países que chegaram a experimentar o regime republicano, acabaram retornando a Monarquia, já em sistema constitucional, com o poder do monarca extremamente reduzido como é no caso da Inglaterra e Espanha. Entretanto, a grande maioria dos países do globo decidiram por abolir de vez o regime monárquico, como Portugal, Itália, Alemanha e o Brasil.
Sem muito poder e com a enorme expansão da Igreja Católica – que já conquistava a autoridade suprema – a coroa decidiu tornar-se mais poderosa e tomar absolutamente o poder. Assim, no momento de surgimento dos Estados Nacionais, com o apoio da Igreja, as primeiras Monarquias Absolutistas nascem, fortes e poderosas assim como seus monarcas.
JusBrasil: monarquia parlamentarista
Na monarquia, forma de governo vigente no Brasil antes da proclamação da república, o país é governado pelo rei, ou monarca, que exerce a função de chefe de Estado sem limites de poder ou tempo. Não há eleição, o poder decorre da hereditariedade, apenas integrantes da família real podem chegar ao cargo de rei.
A monarquia é uma forma de governo na qual o monarca pode alcançar o trono por sucessão ou por eleição. Existem, atualmente, monarquias constitucionais e absolutas. ... Em uma monarquia, o rei/rainha ou imperador/imperatriz ocupa o cargo de monarca e, geralmente, é chefe de Estado, podendo ser também chefe de governo.
Monarquia. Na monarquia, o poder é exercido por uma única pessoa – o rei e sua família real. ... Na forma de governo monárquico, o governante chega ao poder pelo fato de pertencer à família real, e o exercício do poder se dá de forma vitalícia (não há eleições “reais”), de modo que não há representatividade popular.
Casa de Windsor
O Reino Unido é o exemplo mais famoso de monarquia que ainda chama a atenção da mídia internacional e de seu público (ou seriam plebeus?). A rainha Elizabeth II, que tem a coroa na cabeça desde 1952, é a figura mais conhecida do planeta quando o assunto é realeza, mas seu poder não é muito real, não.
20. A Rainha reina, mas não governa. A Rainha Elizabeth é chefe de Estado do Reino Unido e de alguns países da Commonwealth (entre eles, a Austrália, o Canadá, a Jamaica e a Nova Zelândia). Porém, ela não possui poderes executivos ou legislativos, essa parte fica com o Parlamento.
Tanto é quem a rainha (também na teoria, lembra) indica o Primeiro Ministro. Por mais que tenha uma eleição, a pessoa eleita precisa ir até o Palácio de Buckingham e lá a rainha pergunta se ela aceita formar um governo em nome de Sua Majestade.
Monarquia parlamentarista
Foi-se o tempo (há tempo) em que ser rei significava grandes banquetes servidos a cada período do tempo e que com o balançar de um dedo a pessoa era mandada pra execução. Hoje em dia a rainha também tem como função governamental abrir e dissolver o Parlamento Britânico, que por sua vez forma um governo em seu nome.
Na inglaterra, a rainha ou rei em exercício recebe do Tesouro, 25% dos lucros anuais do Crown Estate para pagar os custos com sua equipe, manutenção de propriedades, viagens e compromissos oficiais. Grande parte do dinheiro da rainha, vem do Ducado de Lancaster, um portfólio de terras, propriedades e bens.
A carga horária de trabalho é de 30 horas semanais, de segunda-feira a domingo, com salário de 14.
O poder político agora é exercido pelo Parlamento. À monarquia britânica, cabe a função de concessão de títulos (Sir, Lorde, Lady e afins). Contudo, a concessão do mesmo ainda precisa passar por aprovação primária do parlamento. Sendo assim, o título de Rei ou Rainha passou apenas a ser uma regra de convivência social.
A monarquia no Reino da Inglaterra começou com Etelstano e terminou com Ana, que se tornou rainha do Reino da Grã-Bretanha quando a Inglaterra e a Escócia se uniram no Tratado de União de 1707. Wesex era o reino anglo-saxão dominante no século IX, e Alfredo adotou o título de "Rei dos Ingleses e Saxões".
Segundo o site da Torre de Londres, que abriga o acervo real de joias, a coroa usada pela Rainha Elizabeth é a "The Imperial State Crown" e foi confeccionada em 1937, baseada em uma coroa projetada para a Rainha Victoria em 1838. Ela é feita de ouro, 2.
As Joias da Coroa Britânica, (em inglês: Crown Jewels of the United Kingdom), são vestimentas e símbolos usados pelos soberanos britânicos durante a Coroação e nas demais cerimônias de Estado. ... Parte dos itens da coleção são utilizados nas cerimônias de coroação, na Cerimônia de Abertura do Parlamento e em batismos.
As joias da coroa Desde o século XII, a Torre de Londres guarda e protege os bens mais importantes do monarca britânico. No entanto, até 1649 os artefatos usados na Coroação, que incluem a coroa, a órbita e o cetro – chamados de Coronation Regalia – eram mantidos na Abadia de Westminster.
As jóias continuam populares com a realeza. A princesa Eugenie usou a tiara Greville Emerald Kokoshnik em seu casamento de 2018 com Jack Brooksbank e Kate Middleton já vestiu o colar de rubi e diamante Boucheron de Dame Greville.
Então, conheça 10 joias da rainha Elizabeth II que estão presentes em um cofre que contem cerca de R$140 milhões em joias. Então, são tiaras, colares, anéis, brincos, pulseiras e claro, broches- os favoritos da rainha.
10 joias mais caras do mundo que são espetaculares
O enorme e impecável diamante conhecido como "Estrela Rosa" foi leiloado em Genebra por 76,3 milhões de francos suíços (83 milhões de dólares), estabelecendo um recorde mundial de preço para uma pedra preciosa, segundo a casa de leilões Sotheby's.
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