A cólera é uma doença infecciosa que atinge o intestino e que é causada pela bactéria Vibrio cholerae, que pode infectar água e alimentos. Este tipo de infecção é mais comum e causa surtos mais facilmente em locais que não têm água encanada ou com saneamento básico inadequado, em que não há coleta de lixo ou que há esgoto a céu aberto, por exemplo.
Além disso, quando grave, a cólera pode causar desidratação em poucas horas e esta complicação pode levar ao surgimento de comprometimento dos rins, alterações no intestino, arritmia cardíaca, pressão baixa e colapso cardíaco. Veja como identificar a desidratação.
Os pacientes que apresentarem desidratação grave devem ser tratados por meio da administração de fluidos endovenosos (plano C), podendo ser administrados, adicionalmente, antibióticos apropriados para diminuir a duração da diarreia, reduzir o volume de fluidos de reidratação necessário e encurtar a duração da excreção da bactéria.
Uma vez que a bactéria presente nas fezes se multiplica facilmente entre 5 e 40ºC, sendo também resistente ao congelamento, é comum ocorrer epidemias de cólera em áreas populacionais superlotadas, com más condições de higiene e falta de saneamento básico.
A desidratação, se não tratada prontamente e da forma adequada, leva à deterioração progressiva da circulação, da função renal e do equilíbrio de água e minerais no corpo, causando dano a todos os sistemas do organismo. Como consequência, podem ocorrer as seguintes complicações:
A cólera é causada pela ação da toxina liberada por dois sorogrupos específicos da bactéria Vibrio cholerae (sorogrupos O1 e O139). A toxina se liga às paredes intestinais, alterando o fluxo normal de sódio e cloreto do organismo. Essa alteração faz com que o corpo secrete grandes quantidades de água, o que provoca diarreia aquosa, desitradação e perda de fluidos e sais minerais importantes para o corpo.
É importante que na presença de sinais e sintomas indicativos de cólera, o clínico geral, gastroenterologista ou infectologista seja consultado para que seja confirmado o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado.
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É importante que a cólera seja identificada e tratada rapidamente para evitar que ocorram complicações, como por exemplo a desidratação severa, necrose renal, hipoglicemia e choque hipovolêmico, podendo resultar em óbito em menos de 24 horas, por exemplo.
O tratamento eficiente da cólera se fundamenta na rápida reidratação dos pacientes, por meio da administração oral de líquidos e solução de sais de reidratação oral (SRO) ou fluidos endovenosos, dependendo da gravidade do caso.
A transmissão da cólera acontece através do consumo de água ou alimentos contaminados, já que esse microrganismo pode ser eliminado através do vômito e da diarreia, podendo ser facilmente espalhada. Assim, é comum que a infecção seja transmitida entre pessoas que convivem no mesmo ambiente, como moradores da mesma casa ou pessoas que frequentam a mesma escola e local de trabalho, por exemplo.
O período de incubação da bactéria, tempo que leva para provocar os primeiros sintomas no organismo, varia de algumas horas a 5 dias da infecção. Na maioria dos casos, esse período é de 2 a 3 dias.
Em aproximadamente 80% dos casos, os sintomas da cólera são leves ou moderados e devem ser tratados somente por meio da administração oral de líquidos e SRO (planos A e B), ou seja, soro.
A cólera é uma doença bacteriana infecciosa intestinal aguda, transmitida por contaminação fecal-oral direta ou pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Frequentemente, a infecção é assintomática ou causa diarreia leve. Pode também se apresentar de forma grave, com diarreia aquosa e profusa, com ou sem vômitos, dor abdominal e cãibras. Quando não tratada prontamente, pode ocorrer desidratação intensa, levando a graves complicações e até mesmo ao óbito. A doença está ligada diretamente ao saneamento básico e à higiene.
Além disso, o consumo de peixes e crustáceos de água doce ou de água do mar contaminados também pode causar a doença, isso porque a bactéria faz parte do ambiente aquático. Rios, açudes e lagoas contaminadas podem causar epidemia em determinadas regiões e, por isso, é importante só ingerir água filtrada ou fervida.
Os principais sinais de melhora da cólera são a diminuição do vômito e da diarreia, além da melhora da cor e diminuição da fraqueza. Já os sinais de piora são palidez, emagrecimento, olhos fundos, boca seca, pele seca, além de batimentos cardíacos acelerados, cãibras e convulsões. Casos estes sintomas estejam presente deve-se manter a pessoa internada no hospital para receber o tratamento adequado.
Diante da suspeita de cólera, deve ser realizado o diagnóstico diferencial considerando-se todos os microrganismos capazes de provocar doenças diarreicas agudas. Recomenda-se, portanto, a coleta simultânea de amostras de fezes para análise viral, bacteriana e parasitológica.
A vacina contra a cólera é indicada principalmente nos locais que possuem alto risco de cólera e para viajantes ou trabalhadores que irão para regiões endêmicas. Atualmente são reconhecidas três vacinas para a cólera: Dukoral, Shanchol e Euvichol, que devem ser aplicadas em 2 a 3 doses dependendo da idade da pessoa. Saiba mais sobre a vacina contra a cólera.
As complicações da cólera são decorrentes do total estado de esgotamento do corpo, causado pela diarreia e pelos vômitos. Essas complicações ocorrem mais frequentemente em pessoas mais vulneráveis, como idosos, diabéticos, desnutridos, portadores do vírus HIV e aquelas pessoas que têm patologia cardíaca prévia.
A cólera é uma doença bacteriana infecciosa intestinal aguda, transmitida por contaminação fecal-oral direta ou pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Frequentemente, a infecção é assintomática ou causa diarreia leve. Pode também se apresentar de forma grave, com diarreia aquosa e profusa, com ou sem vômitos, dor abdominal e cãibras. Quando não tratada prontamente, pode ocorrer desidratação intensa, levando a graves complicações e até mesmo ao óbito. A doença está ligada diretamente ao saneamento básico e à higiene.
Pode se apresentar de forma grave, com diarreia aquosa e profusa, com ou sem vômitos, dor abdominal e câimbras. Esse quadro, quando não tratado prontamente, pode evoluir para desidratação, acidose, colapso circulatório, com choque hipovolêmico e insuficiência renal a infecção.
5. Cólera. Trabalho da MSF durante campanha evolvendo atividades de prevenção. A cólera ainda não foi erradicada e matou ,entre 1817 e 1824, milhares de pessoas ao redor do mundo todo.
acromania fúria assanhamento assanho cólera raiva desesperação embravecimento exaltação exasperação excitação furor indignação ira irritação paixão rabia sanha destempêro despropósito disparate extravagancia irritaçáo encarniçamento animosidade crueldade pertinácia teimosia estrilo empombação protesto zanga desespero ...
A raiva é um sentimento que surge em meio à insegurança, frustrações, ameaças e timidez. Sendo assim, além dos problemas para as relações sociais, ela pode provocar doenças como o estresse e ansiedade, sem contar a depressão.
Ataques de raiva sem controle, excesso de raiva e fúria repentina podem ser sinais da Síndrome de Hulk, um transtorno psicológico em que há um descontrole da raiva, podendo ser acompanhado de agressões verbais e físicas que podem prejudicar a própria pessoa ou outras pessoas próximas.
O transtorno explosivo intermitente (abreviado TEI) é uma desordem comportamental caracterizada por explosões de raiva e violência, que são desproporcionais com a situação em questão (por exemplo, gritos impulsivos desencadeados por eventos relativamente inconsequentes).
No adulto, uma das formas mais eficazes de evitar ter um surto de raiva consiste em se concentrar na respiração. Assim, pode-se contar até 10 e, durante esses segundos, aproveitar para refletir e tentar pensar no problema de outra forma, evitando partir imediatamente para a agressividade.
Como tratar? Para ajudar pessoas com esse tipo de comportamento agressivo e amenizar esses ataques de raiva é necessário que leve a um profissional de saúde mental para que o Psiquiatra avalie e veja a necessidade de uma medicação específica para seu caso. A psicoterapia está também associada ao tratamento.
Para tratar o Transtorno Explosivo Intermitente (TEI), é indicada a terapia cognitivo-comportamental associada ao uso de medicamentos, além de conversas com familiares. A terapia irá ensinar o paciente a se posicionar e a controlar a ansiedade e a agressividade.
4 passos para deixar de ser passivo-agressivo